Quercetina lipofílica biodisponível com Bromelaina
Posologia Recomendada
Posologia na Artrite reumatoide, gota, hiperurecemia, prevenção de infecções no trato respiratório em ciclistas, rinite alérgica, prostatites, sinusites: Ingerir uma dose (cápsulas), entre as refeições, três vezes ao dia. Posologia na imunoproteção, no tratamento complementar na oncologia, como agente senolítico, na geroproteção, como agente de autofagia e mitofagia: Ingerir uma dose (cápsulas), entre as refeições, duas vezes ao dia. Posologia na Nutrição esportiva em geral: Ingerir uma dose (cápsulas) após o treino.
Forma: Cápsulas em excipiente anfifílico e em ciclodextrinas (90 doses (cápsulas))
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Quercetina lipofílica biodisponível Singularis® | 330 mg | - |
| Bromelaina | 150 mg (375 GDU) | - |
Indicações
Pigarro e coceira na garganta (em locais inatingíveis) onde o paciente faz movimentos com o palato mole para contornar esse incômodo podendo gerar dor de garganta e rouquidão pelo atrito entre as pregas vocais. Esses sinais podem ser reflexo de possível rinite, infecções respiratórias, alergia alimentar, irritação das vias respiratórias pela poluição e inalação de ar seco ou de toxinas como poeira, fumaça, tintas, solventes e odores fortes. Pode também indicar refluxo gastroesofágico. A quercetina é um polifenol encontrado em muitos alimentos, principalmente na cebola. Esses flavonoides glicosilados são empregados na melhora da função capilar pela redução da fragilidade anormal entre muitas outras funções. Os polifenóis encontrados na quercetina são fitoquímicos com ações anti-inflamatória, antitumoral, antiviral, anti-histamínica, importante no controle de cataratas em diabéticos e também na proteção cardiovascular (reduz a pressão arterial sistólica, níveis de LDL-oxidado). Seu papel na progressão de doenças e longevidade pela atividade senolítica ao auxiliar na eliminação de células senescentes. A quercetina sinaliza o organismo quais as células senescentes devem ser removidas, ativando as vias pró-apoptóticas responsáveis pela eliminação de tais células. A quercetina tem papel importante como auxiliar na oncologia tendo efeito na supressão do crescimento de células tumorais, na regulação do ciclo celular e na indução à apoptose celular. A quercetina inibe a liberação de histamina, prostaglandinas e leucotrienos. Além disso, diminui a produção e liberação de IL-1b, IL-6, IL-8 e TNF. A quercetina inibe a liberação de histamina mediada por IgE, impedindo o aumento da concentração de cálcio no interior dos mastócitos, a qual é necessária para a degranulação. A quercetina tem um efeito antioxidante bem estabelecido. Tem efeitos positivos sobre infecções no trato respiratório superior. Tem sido relatado que a quercetina é capaz de regular o fator de transcrição AP-1, envolvido na expressão de genes associados ao crescimento e ao estresse celular. Descobertas recentes mostraram que este flavonoide induz e ativa a sirtuína-1 (SIRT1), correlacionada à função muscular esquelética e à formação mitocondrial. Na nutrição esportiva, reduz o tempo de recuperação muscular, a fadiga, cãibras e mialgia, além de reduzir o estresse oxidativo após o treino. A quercetina melhora os sintomas da artrite reumatoide, como rigidez matinal, inchaço e dor nas articulações pela sua atividade anti-inflamatória. Melhora a coceira em locais inatingíveis como, por exemplo, garganta. Na performance física, a quercetina sinaliza PGC1-alfa, AMPK e sirtuína-1. Moléculas que sinalizam essas três rotas, estimulam a biogênese mitocondrial. Quanto maior a densidade de mitocôndrias disponíveis e eficientes, melhor será a performance humana, a nível do sistema nervoso central e a nível muscular. Ou seja, benefícios cognitivos e físicos. O uso de quercetina também otimiza a percepção em relação à atividade física, o que diz respeito aos exercícios de resistência mas, principalmente a atividade aeróbica.
Notas Clínicas
GDU: unidade de digestão de gelatina. QUERCETINA LIPOFÍLICA BIODISPONÍVEL SINGULARIS: a quercetina, sendo um fitoquímico polar, apresenta baixa biodisponibilidade. A Singularis desenvolveu um excipiente anfifílico que permite a incorporação da quercetina, formando uma estrutura micelar. Esta estrutura protege a quercetina da degradação dos sucos digestivos e da microbiota intestinal. Dessa forma, a biodisponibilidade é aumentada, por uma maior absorção da quercetina pelas membranas celulares do intestino. No Brasil, existe a Quercetina Phytosome comercializada pelo nome de TeamFast® Phytosome. O fabricante declara uma biodisponibilidade 20 vezes superior ao extrato convencional.