Óleo de Prímula
Posologia Recomendada
Ingerir duas cápsulas após as principais refeições (almoço e jantar).
Forma: cápsulas gelatinosas moles (120 cápsulas gelatinosas moles)
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Óleo de Prímula (Oenothera biennis) | 500 mg | - |
Indicações
Conteúdo em ácidos graxos: Ácido linoleico: 250 mg (ômega 6, 18 carbonos, poli-insaturado). Representa 65% a 75% do conteúdo dos ácidos graxos. Contém também ácido gamalinolênico (GLA), entre 8% a 11%. O mecanismo proposto para a ação do óleo de prímula é baseado no fato que mulheres com Síndrome pré-menstrual têm um perfil de ácidos graxos de maior saturação que pode causar hipersensibilidade mamária aos hormônios circulantes. Acredita-se que o ácido gamalinolênico restabeleça o equilíbrio dos ácidos saturados em insaturados e diminua a sensibilidade aos hormônios, além de atuar na ação da prolactina pela via das prostaglandinas. O óleo de prímula também propicia na redução da irritabilidade, cefaleia e mastalgia decorrentes da TPM. As prostaglandinas de série E1 (PGE1) apresentam propriedades anti-inflamatórias e reguladoras dos hormônios sexuais femininos (estrógeno, progesterona e prolactina); e atuam com possíveis efeitos positivos sobre a elasticidade cutânea, o que gera mais interesse na sua utilização na rotina da mulher. O ácido gamalinolênico (GLA), presente no óleo de prímula e de borragem, pode auxiliar na diminuição da perda de água através da pele e aumentar a tolerância à exposição dos raios ultravioleta.
Notas Clínicas
Registro como alimento na ANVISA. Não existem qualquer alegação de propriedade funcional ou de saúde aprovada pela ANVISA para esse produto.