Estradiol Base Oral Micronizada para Transição Menopausal
Posologia Recomendada
Administrar estradiol durante ou logo após as refeições a fim de reduzir a náusea. Doses usuais VO: entre 500 mcg (0,5 mg) a 2 mg/dia (estradiol), cíclico ou continuadamente. Osteoporose pós-menopausa (profilaxia): VO, 0,5 mg/dia (estradiol) ciclicamente (23 dias sim e 5 dias não) por mês. Carcinoma de mama (inoperável, em mulher pós-menopausa e no homem): Via oral, 10 mg (estradiol) 3 vezes/dia, durante 3 meses.
Forma: cápsulas (60 cápsulas)
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Estradiol base oral micronizada | 1 mg | - |
Indicações
Vaginite atrófica, deficiência de estrogênios por ovariectomia, hipogonadismo feminino, menopausa vasomotora, insuficiência ovariana primária, atrofia vulvar. O estradiol aumenta a síntese de DNA, RNA e proteínas. Diminui a liberação do hormônio liberador da gonadotropina do hipotálamo (GnRH) e reduz as liberações de FSH e LH hipófise. Na osteoporose: o estradiol diminui a perda óssea acelerada, inibindo a reabsorção óssea. No carcinoma prostático o estradiol inibe a secreção hipofisária do LH resultando na diminuição da concentração sérica de testosterona.
Notas Clínicas
DCB: 03595. MM: 272,38 g/mol. Granulometria/Tamanho da partícula: = 20 µm. Absorções rápidas gastrointestinal, transdérmica e vaginal. Via transdérmica possui menores níveis circulantes de estrona e se necessita de doses totalmente menores que as requeridas no tratamento oral. Distribui-se principalmente na mama, no útero, na vagina, no hipotálamo e na hipófise. Sofre reabsorção êntero-hepática. Ligação proteica entre 50 a 80%. Concentração sérica máxima atingida entre 1,5 a 2 horas (VO) e novamente em 8 horas após reabsorção êntero-hepática. Biotransformação principal hepática, originando os metabólitos menos ativos estriol e estrona. Biotransformações secundárias muscular e renal. Não sofre biotransformação na mucosa vaginal. Excreção principal renal. Excreção secundária fecal.