Probióticos para Redução de Oxalato e Controle de Ácido Úrico
Posologia Recomendada
Ingerir uma dose (cápsulas) ao deitar por 90 dias.
Forma: Cápsulas (60 doses (cápsulas))
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Lactiplantibacillus plantarum (LMG P-21021) | 2.5 bilhões | - |
| Limosilactobacillus reuteri (DSM 23878) | 0.5 bilhão | - |
| Bifidobacterium breve (DSM 16604) | 2 bilhões | - |
| Terminuric | 500 mg | - |
| Bifidobacterium longum (DSM 16603) | 2 bilhões | - |
| Lacticaseibacillus paracasei (DSM 24243) | 1 bilhão | - |
| Lactobacillus acidophilus (DSM 21717) | 1 bilhão | - |
Indicações
Terminuric é fitoquímico derivado da Terminalia bellerica, composto por 25% de taninos, com potente atividade inibitória da xantina oxidase, enzima envolvida na síntese de ácido úrico, substância derivada da xantina, de maneira dose-dependente. Terminalia bellerica possui um mecanismo de ação similar ao fármaco Alopurinol. É considerado um super antioxidante e uma alternativa natural para controlar os níveis de ácido úrico. Além de inibir a produção de ácido úrico e, portanto, o processo inflamatório da gota, acredita-se que os compostos bioativos presentes na Terminalia bellerica possuem efeitos anti-inflamatórios, possivelmente devido à inibição da sintase indutora de óxido nítrico (iNOS). Terminalia bellerica pode ser usada como estratégia na prevenção da isquemia/reperfusão. Hiperuricemia e nefropatia produzida pelo excesso de ácido úrico. Litíase renal por ácido úrico ou oxalato de cálcio. Inibição da xantina oxidase, que converte hipoxantina em xantina e esta em ácido úrico. Ideal é manter os níveis de ácido úrico inferior a 4,9. Mistura de probióticos onde estudos indicam capacidade de redução de oxalato e redução de incidência de cálculos renais.
Notas Clínicas
Altos níveis de ácido úrico séricos são fator de risco para doença cardíaca e síndrome metabólica sendo, portanto, o ácido úrico um marcador energético. Ocorre edema mitocondrial pela alta rotatividade de ressíntese de ATP (ADP, AMP, Adenosina, Inosina, Hipoxantina – "xantina oxidase", formação de urato e peróxido de hidrogênio. Prescrição correta de probióticos: para fazer uma prescrição adequada é preciso conhecer a nomenclatura completa dos microrganismos, identificando não apenas gênero e espécie do probiótico, mas também sua estirpe ou linhagem. As seis estirpes selecionadas são descritas em diferentes estudos na degradação do oxalato e potencial redução de cálculos urinários. Uma cepa probiótica é catalogada pelo gênero, espécie, e uma identificação alfanumérica (conhecida como estirpe ou linhagem). DSM e LMG: referente ao nome do banco internacional de depósito da linhagem/estirpe que a cepa foi registrada.