Formulação Nº 797SUPORTE AO ESPECTRO DA AUTOIMUNIDADE E REPARO DO COLÁGENO

Suporte à Doença de Lyme

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Posologia Recomendada

(1) Usar uma colher de sopa (12 a 15 mL) puro ou associado ao café ou chá. A quantidade pode ser aumentada até 30 mL por dose. (2) Dissolver o conteúdo de um envelope em água e ingerir uma vez ao dia. (3) LDN: ver informações no item nº 171. (4) Ingerir por 30 dias cada adaptógeno isolado em cápsulas, uma vez ao dia. Não associar. Fazer um adaptógeno de cada vez: começar com Ganoderma lucidum, depois Cordyceps sinensis, seguido de Astragalus membranaceus, posteriormente Rhodiola rósea e por último Eleutherococcus senticosus.

Forma: Múltiplas formas (líquido, envelopes, cápsulas) ((1) Frasco com 250 mL; (2) 30 envelopes edulcorados e flavorizados; (3) 90 cápsulas (Portaria 344); (4) 30 cápsulas de cada adaptógeno)

Composição

Ganoderma lucidum
Concentração300 mg
NotasNenhuma
Triglicérides de cadeia média do coco (TCM ou MCT líquido)
Concentração Frasco com 250 mL
NotasNenhuma
Eleutherococcus senticosus
Concentração300 mg
NotasNenhuma
Vitamina C
Concentração500 mg
NotasNenhuma
Cordyceps sinensis
Concentração300 mg
NotasNenhuma
LDN - Baixa dose de Naltrexona
Concentração entre 1,5 a 4 mg
NotasNenhuma
Astragalus membranaceus
Concentração300 mg
NotasNenhuma
Rhodiola rósea
Concentração300 mg
NotasNenhuma
Exsynutrimet®
Concentração180 mg
NotasNenhuma
Colágeno hidrolisado (Verisol)
Concentração2 g
NotasNenhuma
Glucosamina
Concentração750 mg
NotasNenhuma

Indicações

Suporte ao espectro da autoimunidade e reparo do colágeno. (1) Triglicérides de cadeia média como fonte de monolaurina. Para aqueles que sofrem de doença crônica de Lyme ou PTLDS, a monolaurina é um ácido graxo de cadeia média de ocorrência natural encontrado no óleo de coco com propriedades antimicrobianas. Estudo in vitro testou a monolaurina nas bactérias Borrelia burgdorferi e Borrelia garinii e concluiu que os compostos antimicrobianos mais eficazes contra todas as formas morfológicas da Borrelia sp. foram baicaleína e monolaurina. A monolaurina pode possuir qualidades naturais de "rompimento de biofilme". (2) Proteção do Colágeno: A doença crônica de Lyme contribui significativamente para perda de colágeno em ritmo acelerado. As bactérias envolvidas na Doença de Lyme têm a capacidade de degradar o colágeno, produzindo enzimas para quebrar a proteína. Bactérias como borrelia, micoplasma e clamídia têm capacidade de quebrar o colágeno. Muitos dos sintomas da doença de Lyme crônica ocorrem em locais de colágeno de alta densidade: articulações, ligamentos, pele, olhos, gengivas, coração e tecido cerebral. (3) LDN: Espectro da autoimunidade. (4) Alternância de adaptógenos: Espectro da autoimunidade.

Notas Clínicas

LDN - Baixa dose de Naltrexona: Portaria 344. Ver item nº 171 para mais informações.

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