Suporte à Doença de Lyme
Posologia Recomendada
(1) Usar uma colher de sopa (12 a 15 mL) puro ou associado ao café ou chá. A quantidade pode ser aumentada até 30 mL por dose. (2) Dissolver o conteúdo de um envelope em água e ingerir uma vez ao dia. (3) LDN: ver informações no item nº 171. (4) Ingerir por 30 dias cada adaptógeno isolado em cápsulas, uma vez ao dia. Não associar. Fazer um adaptógeno de cada vez: começar com Ganoderma lucidum, depois Cordyceps sinensis, seguido de Astragalus membranaceus, posteriormente Rhodiola rósea e por último Eleutherococcus senticosus.
Forma: Múltiplas formas (líquido, envelopes, cápsulas) ((1) Frasco com 250 mL; (2) 30 envelopes edulcorados e flavorizados; (3) 90 cápsulas (Portaria 344); (4) 30 cápsulas de cada adaptógeno)
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Ganoderma lucidum | 300 mg | - |
| Triglicérides de cadeia média do coco (TCM ou MCT líquido) | - | - |
| Eleutherococcus senticosus | 300 mg | - |
| Vitamina C | 500 mg | - |
| Cordyceps sinensis | 300 mg | - |
| LDN - Baixa dose de Naltrexona | - | - |
| Astragalus membranaceus | 300 mg | - |
| Rhodiola rósea | 300 mg | - |
| Exsynutrimet® | 180 mg | - |
| Colágeno hidrolisado (Verisol) | 2 g | - |
| Glucosamina | 750 mg | - |
Indicações
Suporte ao espectro da autoimunidade e reparo do colágeno. (1) Triglicérides de cadeia média como fonte de monolaurina. Para aqueles que sofrem de doença crônica de Lyme ou PTLDS, a monolaurina é um ácido graxo de cadeia média de ocorrência natural encontrado no óleo de coco com propriedades antimicrobianas. Estudo in vitro testou a monolaurina nas bactérias Borrelia burgdorferi e Borrelia garinii e concluiu que os compostos antimicrobianos mais eficazes contra todas as formas morfológicas da Borrelia sp. foram baicaleína e monolaurina. A monolaurina pode possuir qualidades naturais de "rompimento de biofilme". (2) Proteção do Colágeno: A doença crônica de Lyme contribui significativamente para perda de colágeno em ritmo acelerado. As bactérias envolvidas na Doença de Lyme têm a capacidade de degradar o colágeno, produzindo enzimas para quebrar a proteína. Bactérias como borrelia, micoplasma e clamídia têm capacidade de quebrar o colágeno. Muitos dos sintomas da doença de Lyme crônica ocorrem em locais de colágeno de alta densidade: articulações, ligamentos, pele, olhos, gengivas, coração e tecido cerebral. (3) LDN: Espectro da autoimunidade. (4) Alternância de adaptógenos: Espectro da autoimunidade.
Notas Clínicas
LDN - Baixa dose de Naltrexona: Portaria 344. Ver item nº 171 para mais informações.