Formulação Nº 65PROBIOTICOTERAPIA NA IMUNIDADE DE MUCOSA INTESTINAL / GUT REMEDIATION / ABORDAGEM PROGRAMA 6R'S – REINOCULAR

Disbiose Gastrointestinal - Rotação de Probióticos - Ciclo A

Favoritar

Posologia Recomendada

Fase terapêutica: Ingerir uma dose a noite após a última refeição. Provavelmente para propiciar um melhor acolhimento no lúmen intestinal neste período de repouso. Fase de manutenção: após terapia de neutralização de toxinas recomenda-se uma dose, três vezes por semana. Pode ser usado por indivíduos a partir de 10 anos de idade, adultos e idosos. O tempo de suplementação varia de acordo com o quadro clínico do paciente. Normalmente um tempo mínimo é de 30 a 120 dias. Em quadros onde é necessário um acompanhamento maior para recomposição do microbioma e modulação do sistema imunológico a suplementação poderá ser feita por um tempo determinado pela individualidade, podendo se estender por vários anos. Nesse caso alternar a composição dos probióticos para que se obtenham melhores resultados (ciclo A, B, C e D).

Forma: Cápsulas (30 cápsulas)

Composição

Lacticaseibacillus paracasei (LMG P-21380)
Concentração0.4 bilhão UFC
NotasNenhuma
Bifidobacterium longum (DSM 16603)
Concentração0.6 bilhão UFC
NotasNenhuma
Bifidobacterium animalis animalis (CGMCC 200710)
Concentração0.6 bilhão UFC
NotasNenhuma
Levilactobacillus brevis
Concentração0.4 bilhão UFC
NotasNenhuma
Streptococcus thermophilus (DSM 25246)
Concentração0.3 bilhão UFC
NotasNenhuma
Lactiplantibacillus plantarum (LMG P 21021)
Concentração0.4 bilhão UFC
NotasNenhuma
Lactobacillus delbrueckii bulgaricus (DSM 16606)
Concentração0.4 bilhão UFC
NotasNenhuma
Lactobacillus acidophilus (DSM 21717)
Concentração0.4 bilhão UFC
NotasNenhuma
Bacillus clausii
Concentração0.3 bilhão UFC
NotasNenhuma
Bifidobacterium animalis subsp lactis (DSM 23032)
Concentração0.6 bilhão UFC
NotasNenhuma
Bifidobacterium infantis (DSM 24687)
Concentração0.6 bilhão UFC
NotasNenhuma

Indicações

Proteção, restauração e manutenção do microbioma gastrointestinal; melhora a regulação das funções digestórias, absortivas, excretórias, imunológicas, hormonais, destoxificantes, neurocomportamentais, endócrinas entre outras. Diarreia infecciosa aguda; diarreia do viajante; prevenção da diarreia associada a antibióticos; prevenção das infecções gastrointestinais comuns (diarreia e constipação); alívio de sintomas de transtornos gastrointestinais; halitose, intoxicação por pesticidas, metais e minerais tóxicos e toxinas (Arsênio, chumbo, mercúrio, cádmio, alumínio). Otimiza a conversão de T4 em T3. Caquexia. Espectro da autoimunidade (IgA secretora salivar): a baixa concentração de IgA sinaliza função imune intestinal depressiva com risco aumentado para infestações parasitárias e bacterianas. Alta concentração reflete depleção imune e passagem de antígenos através da mucosa.

Contraindicações

É recomendado cautela no uso em idosos geriátricos, prematuros e neonatos imunocomprometidos. Houve relatos de acidose metabólica após o uso de Lactobacillus acidophilus. Casos de infecção associada ao uso de probióticos são raros, porém há relatos de fungemia associada ao uso de Saccharomyces boulardii e sepse associada a Lactobacillus spp. No diagnóstico de SIBO, não é recomendado o uso de prebióticos e probióticos no início do tratamento, para não exacerbar o crescimento bacteriano.

Notas Clínicas

Relação entre Firmicutes (Coccus, Bacillus e Lactobacillus) 60% e Actinobacteria (Bifidobacterium) 40%. Associação de probióticos liofilizados com resistência gástrica e celulose microcristalina em cápsulas. Este sistema reduz a perda dos probióticos no ambiente gástrico e biliar aumentando o número de microrganismos que chegam viáveis ao intestino. Não necessita refrigeração. O produto pode ser conservado em temperatura ambiente pois contém excipiente e cápsulas especiais, que asseguram a estabilidade da preparação dentro do prazo determinado. A refrigeração opcional na casa do paciente pode ser feita para manter a máxima viabilidade dos microrganismos ao longo do tempo. Adesão e permanência das cepas probióticas: os estudos são controversos demonstrando que podem ser mantidos por um tempo e depois excretados com as fezes. A mudança das bactérias aeróbicas ocorre em 24 horas, após 48 horas a mudança na população anaeróbica e em 72 horas a redução dos fungos. Indivíduos em uso de medicamentos que sabidamente interferem no microbioma, é aconselhável o uso de probióticos. Novos estudos recomendam a suplementação probiótica 15 dias após a intervenção medicamentosa, principalmente quando for antibióticos. Prosseguir o uso de misturas probióticas por pelo menos 15 a 30 dias. GUT REMEDIATION: nomenclatura recente, a partir de 2020, usada para explicar os efeitos das bactérias na eliminação ou controle de danos de metais tóxicos, pesticidas e antibióticos no ambiente intestinal. VEGANOS e PLANT BASED DIET: todos os probióticos utilizados não são reproduzidos em meios de culturas lácteas, meios com componentes lácteos ou qualquer produto de origem animal, tendo a certificação de 'allergen free'. Trabalhamos com empresas europeias (Itália, Bélgica e França) líderes neste segmento (Probiotical, THT, Bioprox e Akron).

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