Disbiose Gastrointestinal - Rotação de Probióticos - Ciclo A
Posologia Recomendada
Fase terapêutica: Ingerir uma dose a noite após a última refeição. Provavelmente para propiciar um melhor acolhimento no lúmen intestinal neste período de repouso. Fase de manutenção: após terapia de neutralização de toxinas recomenda-se uma dose, três vezes por semana. Pode ser usado por indivíduos a partir de 10 anos de idade, adultos e idosos. O tempo de suplementação varia de acordo com o quadro clínico do paciente. Normalmente um tempo mínimo é de 30 a 120 dias. Em quadros onde é necessário um acompanhamento maior para recomposição do microbioma e modulação do sistema imunológico a suplementação poderá ser feita por um tempo determinado pela individualidade, podendo se estender por vários anos. Nesse caso alternar a composição dos probióticos para que se obtenham melhores resultados (ciclo A, B, C e D).
Forma: Cápsulas (30 cápsulas)
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Lacticaseibacillus paracasei (LMG P-21380) | 0.4 bilhão UFC | - |
| Bifidobacterium longum (DSM 16603) | 0.6 bilhão UFC | - |
| Bifidobacterium animalis animalis (CGMCC 200710) | 0.6 bilhão UFC | - |
| Levilactobacillus brevis | 0.4 bilhão UFC | - |
| Streptococcus thermophilus (DSM 25246) | 0.3 bilhão UFC | - |
| Lactiplantibacillus plantarum (LMG P 21021) | 0.4 bilhão UFC | - |
| Lactobacillus delbrueckii bulgaricus (DSM 16606) | 0.4 bilhão UFC | - |
| Lactobacillus acidophilus (DSM 21717) | 0.4 bilhão UFC | - |
| Bacillus clausii | 0.3 bilhão UFC | - |
| Bifidobacterium animalis subsp lactis (DSM 23032) | 0.6 bilhão UFC | - |
| Bifidobacterium infantis (DSM 24687) | 0.6 bilhão UFC | - |
Indicações
Proteção, restauração e manutenção do microbioma gastrointestinal; melhora a regulação das funções digestórias, absortivas, excretórias, imunológicas, hormonais, destoxificantes, neurocomportamentais, endócrinas entre outras. Diarreia infecciosa aguda; diarreia do viajante; prevenção da diarreia associada a antibióticos; prevenção das infecções gastrointestinais comuns (diarreia e constipação); alívio de sintomas de transtornos gastrointestinais; halitose, intoxicação por pesticidas, metais e minerais tóxicos e toxinas (Arsênio, chumbo, mercúrio, cádmio, alumínio). Otimiza a conversão de T4 em T3. Caquexia. Espectro da autoimunidade (IgA secretora salivar): a baixa concentração de IgA sinaliza função imune intestinal depressiva com risco aumentado para infestações parasitárias e bacterianas. Alta concentração reflete depleção imune e passagem de antígenos através da mucosa.
Contraindicações
É recomendado cautela no uso em idosos geriátricos, prematuros e neonatos imunocomprometidos. Houve relatos de acidose metabólica após o uso de Lactobacillus acidophilus. Casos de infecção associada ao uso de probióticos são raros, porém há relatos de fungemia associada ao uso de Saccharomyces boulardii e sepse associada a Lactobacillus spp. No diagnóstico de SIBO, não é recomendado o uso de prebióticos e probióticos no início do tratamento, para não exacerbar o crescimento bacteriano.
Notas Clínicas
Relação entre Firmicutes (Coccus, Bacillus e Lactobacillus) 60% e Actinobacteria (Bifidobacterium) 40%. Associação de probióticos liofilizados com resistência gástrica e celulose microcristalina em cápsulas. Este sistema reduz a perda dos probióticos no ambiente gástrico e biliar aumentando o número de microrganismos que chegam viáveis ao intestino. Não necessita refrigeração. O produto pode ser conservado em temperatura ambiente pois contém excipiente e cápsulas especiais, que asseguram a estabilidade da preparação dentro do prazo determinado. A refrigeração opcional na casa do paciente pode ser feita para manter a máxima viabilidade dos microrganismos ao longo do tempo. Adesão e permanência das cepas probióticas: os estudos são controversos demonstrando que podem ser mantidos por um tempo e depois excretados com as fezes. A mudança das bactérias aeróbicas ocorre em 24 horas, após 48 horas a mudança na população anaeróbica e em 72 horas a redução dos fungos. Indivíduos em uso de medicamentos que sabidamente interferem no microbioma, é aconselhável o uso de probióticos. Novos estudos recomendam a suplementação probiótica 15 dias após a intervenção medicamentosa, principalmente quando for antibióticos. Prosseguir o uso de misturas probióticas por pelo menos 15 a 30 dias. GUT REMEDIATION: nomenclatura recente, a partir de 2020, usada para explicar os efeitos das bactérias na eliminação ou controle de danos de metais tóxicos, pesticidas e antibióticos no ambiente intestinal. VEGANOS e PLANT BASED DIET: todos os probióticos utilizados não são reproduzidos em meios de culturas lácteas, meios com componentes lácteos ou qualquer produto de origem animal, tendo a certificação de 'allergen free'. Trabalhamos com empresas europeias (Itália, Bélgica e França) líderes neste segmento (Probiotical, THT, Bioprox e Akron).