Probioticoterapia na Imunidade de Mucosa Intestinal - Nutrição Esportiva e Autoimunidade
Posologia Recomendada
Ingerir uma dose a noite após a última refeição.
Forma: Cápsulas (30 cápsulas)
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Bifidobacterium bifidum | 0.8 bilhões UFC | - |
| Lactococcus lactis | 0.72 bilhões UFC | - |
| Weizmannia coagulans | 0.72 bilhões UFC | - |
| Bifidobacterium longum (DSM 16603) | 0.8 bilhões UFC | - |
| Bifidobacterium longum infantis (CGMCC 15134) | 0.8 bilhões UFC | - |
| Limosilactobacillus fermentum (DSM 18297) | 0.72 bilhões UFC | - |
| Lactobacillus johnsonii (CIRM BIA650) | 0.72 bilhões UFC | - |
| Limosilactobacillus reuteri (DSM 23878) | 0.72 bilhões UFC | - |
| Lacticaseibacillus paracasei (LMG P 21380) | 0.72 bilhões UFC | - |
| Bifidobacterium animalis subsp lactis (LMG P 21384) | 0.8 bilhões UFC | - |
| Lacticaseibacillus rhamnosus | 0.72 bilhões UFC | - |
| Bifidobacterium adolescentis | 0.8 bilhões UFC | - |
| Lactiplantibacillus plantarum (LMG P 21021) | 0.72 bilhões UFC | - |
| Ligilactobacillus salivarius | 0.72 bilhões UFC | - |
| Lacticaseibacillus rhamnosus GG | 0.72 bilhões UFC | - |
| Bifidobacterium breve (DSM 16604) | 0.8 bilhões UFC | - |
Indicações
Nutrição esportiva, espectro da autoimunidade, asma, rinite, sinusite, otite, herpes, psoríase, vitiligo. Estudos demonstram que o uso de Bacillus coagulans pode promover o aumento e sinalização direta da síntese proteica. Sabe-se que entre 40% a 60% dos atletas sofrem de algum tipo de desconforto gastrointestinal. A utilização de mistura de probióticos pode reduzir este desconforto antes, durante e após o treino. A imunossupressão causada pelo exercício físico intenso ou prolongado pode abrir uma janela de oportunidade no trato respiratório para infecções microbianas até 6 horas após o endurance.
Notas Clínicas
12 bilhões de UFC (12 x 10?) - Células viáveis. Abordagem Programa 6R's – Reinocular. Benefícios imunológicos: ativar os macrófagos locais para aumentar a apresentação dos antígenos para os linfócitos B e aumentar a produção de imunoglobulina A secretória (IgA) tanto local quanto sistemicamente. Modular os perfis das citocinas. Induzir tolerância aos antígenos alimentares. Benefícios não imunológicos: digerir os alimentos e competir com os patógenos pelos nutrientes. Alterar o pH local para criar um ambiente local desfavorável para os patógenos. Produzir bacteriocinas para inibir os patógenos. Fagocitar os radicais superóxidos. Estimular a produção epitelial de mucina. Aumentar a função da barreira intestinal. Competir pela adesão com os patógenos. Alterar as toxinas de origem patogênica. O exercício exaustivo está associado à depressão temporária de alguns aspectos da função imunológica e também suscetibilidade a doenças do aparelho respiratório superior. A diminuição da secreção salivar de IgA e uma resposta mais alta de citocinas anti-inflamatórias contra a exposição a antígenos são os principais fatores que determinam o risco de infecção. O mix de probióticos pode trazer indiretamente benefícios ao desempenho atlético, impedindo os efeitos imunossupressores causados pelos exercícios intensos e reduzindo a suscetibilidade a doenças respiratórias, conservando a permeabilidade intestinal. Sugere-se pesquisar o fator antinuclear, também conhecido como anticorpo antinuclear (FAN) como biomarcador preditivo, já que pode estar reagente muito antes da manifestação clínica de uma condição dentro do espectro da autoimunidade. Weizmannia coagulans é a nova denominação de Bacillus coagulans. Em 2020, pesquisadores canadenses conduziram uma análise genômica mais abrangente reclassificando as cepas.