Formulação Nº 614

Ursodiol - Ácido ursodesoxicólico 300 mg

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Posologia Recomendada

Ingerir uma dose duas vezes ao dia, pela manhã e ao deitar, após prévia ingestão de alimentos. Doses de até 900 mg podem ser utilizadas em alguns casos, de acordo com critério médico. Tratamento da litíase colesterólica e das alterações quantitativas da bile (bile litogênica): 10 mg/kg/dia por 4 a 6 e até 12 ou mais meses, em doses fracionadas (a dose maior ao deitar). Nas pessoas obesas a dose média é 12 mg/kg/dia. Síndromes dispéptico-dolorosas nas discinesias das vias biliares e terapia de manutenção, após tratamento litolítico ou de litotripsia: dose de 50 mg, 3 vezes ao dia a 150 mg, 2 vezes ao dia. Quadros lipêmicos: em média 150 mg, 3 a 4 vezes ao dia, ou 300 mg, 2 vezes ao dia (pela manhã e ao deitar). Terapia litolítica associada: no tratamento associado com ácido quenodesoxicólico, as doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico considerando que a associação deve alcançar 10 a 15 mg/kg/dia. Terapia coadjuvante da litotripsia extracorpórea: 8 mg/kg/dia associado a ácido quenodesoxicólico 7 mg/kg/dia, 2 a 3 semanas antes até 1 mês após a intervenção. As administrações devem ser feitas, de preferência, após as refeições.

Forma: Cápsulas (60 cápsulas)

Composição

Ácido ursodesoxicólico
Concentração300 mg
NotasNenhuma

Indicações

Dissolução de cálculos na vesícula. Auxiliar no tratamento de dispepsias de origem biliar. Auxiliar na profilaxia da rejeição de transplante hepático e no tratamento de indivíduos com cirrose biliar primária. Dissolução dos cálculos biliares, formados por colesterol que: apresentam litíase por cálculos não radiopacos, com diâmetro inferior a 1 cm, em vesícula funcionante ou no canal colédoco. Recusaram a intervenção cirúrgica ou apresentam contraindicações para a mesma. Apresentam supersaturação biliar de colesterol na análise da bile colhida por cateterismo duodenal. Tratamento de forma sintomática da cirrose biliar primária. Alterações qualitativas e quantitativas da bile. Colecistopatia calculosa em vesícula biliar funcionante. Litíase residual do colédoco ou recidivas após intervenção sobre as vias biliares. Alterações lipêmicas por aumento do colesterol e ou triglicérides. Terapêutica coadjuvante da litotripsia.

Notas Clínicas

Atenção: produto de origem animal - Vesícula biliar de frango.

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