Ursodiol - Ácido ursodesoxicólico 300 mg
Posologia Recomendada
Ingerir uma dose duas vezes ao dia, pela manhã e ao deitar, após prévia ingestão de alimentos. Doses de até 900 mg podem ser utilizadas em alguns casos, de acordo com critério médico. Tratamento da litíase colesterólica e das alterações quantitativas da bile (bile litogênica): 10 mg/kg/dia por 4 a 6 e até 12 ou mais meses, em doses fracionadas (a dose maior ao deitar). Nas pessoas obesas a dose média é 12 mg/kg/dia. Síndromes dispéptico-dolorosas nas discinesias das vias biliares e terapia de manutenção, após tratamento litolítico ou de litotripsia: dose de 50 mg, 3 vezes ao dia a 150 mg, 2 vezes ao dia. Quadros lipêmicos: em média 150 mg, 3 a 4 vezes ao dia, ou 300 mg, 2 vezes ao dia (pela manhã e ao deitar). Terapia litolítica associada: no tratamento associado com ácido quenodesoxicólico, as doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico considerando que a associação deve alcançar 10 a 15 mg/kg/dia. Terapia coadjuvante da litotripsia extracorpórea: 8 mg/kg/dia associado a ácido quenodesoxicólico 7 mg/kg/dia, 2 a 3 semanas antes até 1 mês após a intervenção. As administrações devem ser feitas, de preferência, após as refeições.
Forma: Cápsulas (60 cápsulas)
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Ácido ursodesoxicólico | 300 mg | - |
Indicações
Dissolução de cálculos na vesícula. Auxiliar no tratamento de dispepsias de origem biliar. Auxiliar na profilaxia da rejeição de transplante hepático e no tratamento de indivíduos com cirrose biliar primária. Dissolução dos cálculos biliares, formados por colesterol que: apresentam litíase por cálculos não radiopacos, com diâmetro inferior a 1 cm, em vesícula funcionante ou no canal colédoco. Recusaram a intervenção cirúrgica ou apresentam contraindicações para a mesma. Apresentam supersaturação biliar de colesterol na análise da bile colhida por cateterismo duodenal. Tratamento de forma sintomática da cirrose biliar primária. Alterações qualitativas e quantitativas da bile. Colecistopatia calculosa em vesícula biliar funcionante. Litíase residual do colédoco ou recidivas após intervenção sobre as vias biliares. Alterações lipêmicas por aumento do colesterol e ou triglicérides. Terapêutica coadjuvante da litotripsia.
Notas Clínicas
Atenção: produto de origem animal - Vesícula biliar de frango.