Própolis verde extrato seco a 40% (EPP-AF®)
Posologia Recomendada
Ingerir uma dose (cápsula) duas vezes ao dia, após as refeições. A seguinte associação é recomendada na inibição de translocação dentro da proteína viral (inibição da atividade da protease): Própolis verde extrato seco 450 mg, Quercetina 800 mg. Ingerir uma dose de ataque, duas vezes por dia, durante trinta dias. Depois reduzir para Própolis verde extrato seco 200 mg, Quercetina 200 mg. Ingerir uma dose (cápsulas) duas vezes por dia por mais trinta dias, ou mais, se necessário.
Forma: Cápsulas (60 cápsulas)
Composição
| Ativo | Concentração | Nota |
|---|---|---|
| Própolis verde extrato seco a 40% (EPP-AF®) | 450 mg | - |
Indicações
A própolis é uma substância resinosa, colhida pelas abelhas de diferentes partes da planta, como brotos e exsudatos resinosos. Quimicamente complexo, a propólis ou o propólis é composto por mais de 300 substâncias diferentes. A combinação dessas substâncias, provavelmente resultando um efeito sinérgico, é essencial para a sua atividade biológica. Suas propriedades farmacológicas se devem principalmente aos flavonoides, ácidos fenólicos e seus ésteres, diterpenos, entre outros componentes. EPP-AF® é abreviatura de extrato de própolis padronizado da Apis Flora. A tecnologia EPP-AF® torna este Própolis Verde o único química e biologicamente caracterizado com eficácia e segurança pré-clínica, o que garante a excelência e quantidades necessárias de bioativos. O extrato padronizado de Própolis verde (40% em flavonoides totais em rutina e 20% de Artepelin C) é extraído do "Alecrim-do-campo" (Baccharis dracunfulifolia) por abelhas africanas. A própolis verde brasileira possui diferentes compostos químicos e é rica especialmente no flavonoide Artepilina C. Essa rica composição, proporciona significativa ação antimicrobiana, antifúngica, antiprotozoária, antioxidante, antiviral, cicatrizante, anestésica, anticariogênica e antitumoral. Composto ativo: ácido cafeico fenetil éster (CAPE), um fenilpropanoide com papel protetor durante o tratamento oncológico em conjunto com quimioterápicos específicos. Estudos apontam uma redução na cardiotoxicidade induzida por quimioterápicos, aumento na atividade da mieloperoxidase, da SOD e da glutationa, inibindo o processo oxidativo e prevenindo a nefrotoxicidade mediada pela peroxidação lipídica, além de aumento na atividade da catalase, refletindo um importante efeito hepatoprotetor. Capacidade de modular a síntese de anticorpos como atividade complementar na vacinação: um estudo conduzido em camundongos inoculados com a vacina SuHV-1 mostrou maiores níveis de anticorpos quando comparado aos animais que receberam a mesma vacina sem o própolis. O mecanismo preciso de ação da própolis ainda é desconhecido, no entanto, os compostos ativos podem estimular as células do sistema imunológico a produzir citocinas como IL-1, IL-6, IL-8, IL-12 e IFN, promovendo um aumento na resposta humoral e celular, incrementando pois a ação da respectiva vacina. Própolis pode reduzir o tempo de internação em indivíduos com COVID-19: estudo clínico realizado em Hospital São Rafael em Salvador (BA) onde os internados receberam 400 mg de extrato de própolis via oral e doses de 800 mg por dia. O grupo controle, que não usou o própolis, ficou 12 dias hospitalizado após o início do tratamento. Já os grupos que receberam doses de 400 mg e de 800 mg ficaram, respectivamente 7 e 6 dias internados. O estudo aponta que o uso da substância pode ser promissor na interferência na expressão de TMPRSS2, que é uma proteína da superfície celular que está envolvida na entrada e disseminação do SARS-Cov-2 no organismo. Além disso, a substância pode interferir na ancoragem do vírus no ACE2, que é uma proteína que auxilia a entrada do vírus nas células. Outro ponto é a propriedade da resina de própolis ajudar a reduzir os processos inflamatórios por inibição da PAK1, que está associada a uma maior necessidade de cuidados intensivos e com altas taxas de mortalidade. Ainda pode reduzir a incidência de lesões renais, que pode ser um fator de risco para os infectados.
Notas Clínicas
A própolis utilizada no estudo foi a própolis verde, sob patente EPP-AF® (Apis Flora de Ribeirão Preto). Publicação em janeiro de 2021.