Formulação Nº 698SACIEDADE, LIPÓLISE

OEA - Oleoiletanolamida

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Posologia Recomendada

Duas vezes ao dia, preferencialmente 30 minutos antes das principais refeições.

Forma: Cápsulas (60 cápsulas)

Composição

Oleoiletanolamida (OEA)
Concentração200 mg
NotasNenhuma

Indicações

A Oleoiletanolamida (OEA) é um ácido graxo monoinsaturado derivado do ácido oleico e pertencente à classe das n-aciletanolamidas – lipídeos bioativos à qual pertence o neurotransmissor endocanabinoide anandamida. Embora a síntese endógena de OEA ocorra principalmente no intestino a partir do ácido oleico, este ácido graxo também pode ser encontrado em diferentes tecidos do organismo, como no SNC e nos tecidos muscular e adiposo, onde exerce funções biológicas importantes através da ativação do receptor ativado por proliferadores de peroxissoma do tipo alfa (PPAR-a). O potencial da suplementação com OEA na modulação do metabolismo energético celular e do apetite vem sendo amplamente investigado, bem como um adjuvante no gerenciamento do peso corporal. OEA exerce seus efeitos biológicos através da estimulação de aferentes do nervo vago no trato gastrointestinal, estabelecendo a comunicação do eixo intestino-cérebro e promovendo efeitos anorexígenos. Ao ser ativado, o receptor PPAR-a favorece a expressão de diferentes proteínas que modulam a absorção, o transporte e o metabolismo de ácidos graxos, incluindo a ácido graxo translocase CD36 (FAT/CD36). A ativação de PPAR-a e consequente aumento de FAT/CD36 facilita a translocação de lipídeos do tecido adiposo para a matriz mitocondrial, possibilitando a oxidação dos mesmos e a produção de energia, além de favorecer os processos de lipólise. A suplementação com OEA também pode modular o comportamento alimentar ao reduzir o apetite e, consequentemente, a ingestão calórica, através do aumento da ocitocina. A OEA também ativa o receptor GPR119 em células do intestino e do pâncreas, estimulando a secreção do GLP-1, que promove a secreção de insulina, modula o esvaziamento gástrico e promove efeitos anorexígenos. A OEA ativa o receptor TRPV1, que participa da regulação da homeostase energética celular, aumentando a termogênese e reduzindo os níveis de grelina. Evidências apontam que OEA pode interferir de forma indireta na modulação do sistema endocanabinoide, parecendo reduzir a atividade do receptor CB1.

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